“O SENHOR já ouviu a minha súplica; o SENHOR aceitará a minha oração” (Salmos 6.9).Continuo a falar sobre minha experiência na leitura do livro Plano de ataque de Ivan Santâanna. Num dos capítulos deste livro ele expõe os últimos momentos de vida dos pilotos do vôo 93 da United Airlines. Assim o autor descreve o desespero daqueles homens:”Apesar da mensagem de alerta, enviada pelo despachante Ed Ballinger, e recebida pouco antes pelo Comandante Jason Dahl e pelo primeiro-oficial Leroy Homer, estes levam um susto tremendo quando dois homens irrompem no cokpit, empurrando a chefe de equipe. São 9h28 da manhã.- Mayday! Saiam daqui! Saiam daqui! Mayday – os gritos dos pilotos, para os sequestradores e para o mundo exterior, são captados pelos minúculos microfones fixados nas pontas das hastes junto às suas bocas. E ouvidos, com clareza, pelo Centro de Cleveland, em cuja área de ação o UAL 93 voa neste momento.”Mayday” além de ser um pedido convencional de socorro, é um ato de reflexo condicionado. Muitos aviadores pronunciam a palavra segundos antes de morrer. E mesmo sabendo que vão morrer. “Mayday” é lugar-comum, clichê, no acervo de fitas de gravação de caixas-pretas do NTSB (Comitê Nacional de Segurança no Transportes). “Mayday”, tal como “Meu Deus”, “Não”, “droga” “Cristo”, “Maldito”, não raro soa como um lamento angustiado de despedida.A palavra mayday vem do francês “Venez mâaider” (Venha me ajudar), mais tarde simplificando para “Mâaidez” (Me ajude) e depois toscamente anglicizado para mayday”. Muitas pessoas permitem seu casamento ir a ruínas bem devagar, seu bolso furar de modo estarrecedor, seus relacionamentos naufragarem, seus vícios tomarem conta do corpo e do espírito; deixam a vida os levar para o fundo do poço. Só procuram ajuda quando a corda está no pescoço. Querido(a), não desperdice oportunidade de reconstruir seu casamento, seus relacionamento, suas finanças, sua saúde antes de parecer ser muito tarde. Alguns casais que conheço separaram-se, mesmo parecendo, exteriormente, estarem muito bem. Por dentro gritavam mayday, porém por fora pareciam voar a céu de brigadeiro. Infelizmente, quando chega o terror do fim, agem de forma condicionada, fazendo dos últimos momentos de vida, de relacionamento, de conforto, de paz um simples ato de reflexo de gritar clichês. Infelizmente, outros tratam seus problemas de forma religiosa. Sua fé é repleta de clichês. Não há relacionamento com Deus, só a reza constante de um beato com medo de morrer ou a oração de um crente que não conhece a Deus. O Pai não quer ouvir de seu filho clichês, grandes orações ou palavras de adoração vazias. Deus quer que ver em nós, filhos comprados pelo alto preço do sangue de Jesus, palavras de verdade e de amor, a vontade de ouvi-lo, arrependimento sincero e a fé num Pai que pode mudar tudo. Não faça de suas últimas palavras, as únicas palavras dirigidas a Deus em sua vida. Estás em crise? Angustiado estás? Converse com Deus! Ele te trará a paz! Busque-o enquanto o pode achar. Oração: Venha me ajudar Senhor!